O sistema é a primeira etapa do Protocolo Revind. Ele organiza a base e o ciclo de cada serviço pra que as campanhas e o tráfego trabalhem com dado. Dez telas reais, e cada uma mostra onde o cliente é trazido de volta.
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A agenda já nasce olhando pra quem tem que voltar: no meio dela, os retornos pendentes aparecem sozinhos, com quantos dias o cliente sumiu. Em volta, o caixa do dia (já entrou, previsto e potencial) e as colunas por profissional, tudo filtrado pelo papel de quem está olhando.

Cada atendimento anda num trilho (agendou, sentou na cadeira, fechou) e, no fechamento, a Revind dá baixa no material usado, registra o pagamento e marca o ciclo do próximo retorno. Sem fiado, sem anotação solta. O caixa de hoje vira o convite de amanhã.

Ao abrir um cliente, a Revind já sabe quanto ele gasta, o ticket e a data do próximo retorno pelo ciclo do serviço. E entrega as oportunidades prontas: o resgate do que ele parou de fazer e o cross-sell que combina, com valor. Um toque chama no WhatsApp, com o histórico ao lado.

A tela abre com a sua taxa de retorno e a base dividida em em dia, em risco, inativo e perdido. O fluxo mostra, visualmente, quanto voltou e quanto escorreu. Embaixo, a fila de quem está na hora de voltar, ordenada por urgência, com o WhatsApp em cada linha.

O catálogo é editável e vai além de preço: cada serviço tem custo, comissão e, o que mais importa aqui, o "volta a cada X dias". É esse ciclo que a Revind usa pra saber quando cada cliente deveria estar de volta e disparar os retornos, serviço por serviço.

Cada profissional aparece com faturamento, comissão, ticket, ocupação e, no centro de tudo, a taxa de retorno: quem faz o cliente voltar. E tem a bonificação por meta: um bônus sobre o que cada um vender acima do próprio recorde, já projetado no mês.

Pra onde vai o dinheiro (comissões, fixos, produtos), as formas de pagamento que entraram, a margem por serviço e a comissão por profissional, sem planilha paralela. E o financeiro deixa evidente o que a gente repete: trazer o mesmo cliente de volta custa muito menos do que comprar um novo no anúncio.

Cada insumo com giro, valor e curva ABC, e alertas de parado, a vencer, baixo e ruptura. A Revind mostra quanto de dinheiro está preso na prateleira, e como o check-out baixa o material usado, o estoque se ajusta sozinho no dia a dia.

Com um clique, a Revind gera a campanha do mês atrelada à retenção: escolhe os clientes certos (perdido, inativo, em risco) e já escreve a mensagem de cada um, com o serviço dele e o gancho da época. É a base das 12 campanhas do ano do Protocolo, saindo de dentro do sistema.

O resumo do mês num olhar: faturamento, margem, ocupação, taxa de retorno, novos contra recorrentes e faltas. No centro, a receita parada esperando ser recuperada, com atalho pra fila. E um caminho pra cada área, todas servindo à mesma meta.
As 12 campanhas do ano, o mapa da sua base e 12 meses de acompanhamento. A gente migra, configura e fica do seu lado até a rotina rodar.
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